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09/10/2017
Tecnologia aplicada à saúde promove empoderamento médico

“A medicina digital é o fim da Medicina ou o fim da doença?” O questionamento do presidente da International Telemedical Systems do Brasil, Roberto Botelho, abriu a fala dele sobre a Medicina Digital e as Fronteiras do Mundo Digital: da assistência à pesquisa clínica. Ele prosseguiu afirmando que a pesquisa clínica não vai parar e que acredita que a tecnologia vai empoderar o médico. Botelho defendeu que quanto maior e mais completa for a coleta de dados, maior será a precisão da informação. Fátima Fernandes, diretora executiva do Instituto PENSI do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, destacou a importância da pesquisa e da informação e falou sobre a experiência do uso de tecnologia na instituição, que implementou, com a apoio do Ministério da Saúde, um projeto de capacitação de agentes comunitários de saúde para detectar sinais precoces de câncer infanto-juvenil no estado do Amazonas. Por meio de videoaulas, o projeto que também utiliza a telemedicina, permite que a equipe de médicos oncologistas do Hospital, preste segunda opinião e discuta casos com os agentes de saúde amazonenses. O programa vem sanar uma carência regional, explica ela: “Nossa equipe de oncologistas mapeou previamente que se tratava de uma região carente de diagnósticos precoces, o que levava a um desfecho muito dramático dos casos de câncer na infância”.

Florentino de Araújo Cardoso Filho, presidente da Associação Médica Brasileira, tomou a palavra a seguir, para destacar que o Brasil é um ‘continente’, heterogêneo. “Esta heterogeneidade faz com que seja necessário que tenhamos pessoas extremamente rápidas em determinados conceitos, plataformas, ferramentas, aquisição de dados, transformando esses dados em informações e essas informações em ferramentas”.

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