|
|
|
|
02/03/2010
|
Por um ambiente inteiro - Hospital Dona Helena
|
|
|
|
Por um ambiente inteiro - Hospital Dona Helena
A preocupação ambiental sempre esteve presente na vida do Hospital Dona Helena. Por exemplo, antes mesmo de a
coleta seletiva ser oficializada o hospital já realizava seleção de resíduos, separando cada um para seu correto tratamento.
O chamado "lixo seco" segue para reciclagem. Já os rejeitos hospitalares cumprem uma rota segura: os produtos químicos são recolhidos por uma empresa especializada, os perfuro-cortantes e outros materiais clínico-cirúrgicos passam pela autoclave e vão para o aterro sanitário.
Fonte: http://www.donahelena.com.br/index.aspx?cnt=responsabilidade_ambiental
|
|
02/03/2010
|
Hospital Santa Joana - Gestão de Resíduos
Núcleo de Atenção à Saúde Ambiental controla destino de resíduos
|
|
|
|
Hospital Santa Joana - Gestão de Resíduos
Núcleo de Atenção à Saúde Ambiental controla destino de resíduos
O NASA - Núcleo de Atenção à Saúde Ambiental - é uma iniciativa inédita do Hospital Santa Joana de aplicação prática do Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde – PGRSS, e resultado de um modelo de pesquisa aplicada, incentivado pela Unesco e Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, para destinação e reciclagem de 100% dos resíduos comuns e hospitalares.
A implantação do projeto exigiu a reestruturação da coleta, acondicionamento, transporte e destino final apropriado e seguro dos resíduos, além de reuniões de sensibilização
e treinamento dos colaboradores e a associação da política dos 3R - Reutilizar, Reduzir e Reciclar - à prática de refletir.
O programa é responsável pela padronização da coleta e separação dos resíduos hospitalares - biológico, químico, radioativo e comum, com encaminhamento de material adequado destinado a artistas plásticos que fazem a arte do lixo e doam para entidades filantrópicas.
O NASA realiza ainda um programa interno educativo, de forma continuada, com notas sobre educação ambiental (relação do homem com meio ambiente e os marcos da degradação ambiental) e um glossário ambiental.
A divulgação é feita três vezes por semana por meio da intranet do hospital, e também através de cartazes afixados por todas as suas dependências.
fonte:
http://www.santajoana.com.br/santa_joana/gestao_residuos.shtml
|
|
02/03/2010
|
Hospital Verde - Hospital Brasília
|
|
|
|
Fonte: AthenaPress
Consciência ambiental em ação, eis uma das expectativas para os anos 10 - batizados de Década da Economia Sustentável. Os Hospitais Brasília e Dr. JK fazem a sua parte.
Desde 2009, as instituições plantam uma muda para cada paciente internado. Trata-se do programa “Em dia com o Planeta”, capitaneado pelos Hospitais Brasília e Dr. JK.
“Cada indivíduo emite, em média, 4 mil toneladas de gás carbônico (CO²) na atmosfera a cada ano. A quantidade excessiva do gás contribui para o aquecimento global que, por sua vez, desencadeia catástrofes ambientais como enchentes”, destaca Mônica Almeida, diretora de Recursos Humanos dos hospitais e uma das coordenadoras do programa, que acaba de receber a adesão do Hospital das Clínicas de Brasília.
Juntas, as instituições planejam o plantio de 22 mil mudas de árvores para o primeiro trimestre deste ano. “No ano passado foram 18 mil. Com isso alcançaremos a marca de 40 mil mudas”, destaca a executiva. Para se ter uma idéia do impacto da iniciativa, bastam 5 árvores para a neutralização de 3 toneladas de gás carbônico.
Além do plantio – que este ano será realizado às margens do Corumbá (GO), os hospitais assumem a manutenção e o acompanhamento das mudas, realizados por uma empresa especializada. “Nossa intenção é transformar em ação, nossa filosofia, que preconiza a responsabilidade sócio-ambiental. Além disso, conseguimos contagiar colaboradores, clientes e comunidade”, sintetiza Mônica. O programa está aberto à adesão de outras instituições de saúde.
|
|
01/02/2010
|
Projeto jovem samaritano completa 1 ano de atividades
|
|
|
|
Projeto jovem samaritano completa 1 ano de atividades
Primeira clínica pública de São Paulo para jovens dependentes atende adolescentes de todo o Estado
No seu primeiro ano de funcionamento, o Projeto Jovem Samaritano se tornou referência no tratamento de adolescentes dependentes de álcool e drogas. Em 2009, 96 jovens já passaram pela clínica e 26 estão em pós-tratamento. O projeto, parceria do Hospital Samaritano com a Secretaria de Estado da Saúde, foi inaugurado em janeiro do ano passado e recebeu investimento inicial de quase R$ 1 milhão. Os recursos para manutenção do projeto são de aproximadamente R$ 1,7 milhão por ano – totalmente custeados pelo Samaritano.
A clínica tem capacidade para atender cerca de 100 adolescentes por ano, que são encaminhados pelas unidades de saúde e conselhos tutelares municipais e um centro de avaliação do Hospital. “Atendemos jovens de vários municípios de São Paulo. O tempo médio de permanência é de 1 a 3 meses e, nesse período, eles participam de atividades educacionais, como aulas de português, matemática, expressão corporal e educação física, além de orientação vocacional e apoio psicológico”, afirma Dr. Pedro Daniel Katz, diretor técnico da clínica e médico psiquiatra do Samaritano.
De acordo com o médico, a família também passa por orientação e participa ativamente das atividades do jovem. Após o período de internação, os adolescentes recebem acompanhamento de um grupo multidisciplinar durante um período de dois anos para apoio e inserção social. “Alguns jovens receberam alta e já estão trabalhando. Eles estão indo muito bem”, diz o Dr. Katz.
O Projeto é a incorporação de uma técnica, baseada em um modelo norte-americano utilizado na Clínica Chestnut, em Illinois, EUA. “É uma clínica não só de reabilitação médica, mas também social e educacional” afirma José Antônio de Lima, superintendente corporativo do Hospital.
Localizado na Grande São Paulo, o Projeto Jovem Samaritano tem área física de cerca de 4 mil metros quadrados, com quartos, sala de convivência para os adolescentes, sala de aula com computadores, quadra poliesportiva, jardins, refeitório e ambulatório.
Sobre o Hospital Samaritano
Fundado em 1894, o Hospital Samaritano de São Paulo destaca-se pela excelência e humanização no atendimento à saúde. Em 2004, o Hospital Samaritano foi Acreditado pela Joint Commission International (JCI), tornando-se, na ocasião, o terceiro hospital geral privado do Brasil a ser reconhecido nacional e internacionalmente pelo mais importante órgão certificador de padrões de saúde do mundo. A Acreditação atesta a eficiência dos processos adotados pelo Samaritano, demonstrando padrões de excelência e segurança para clientes e profissionais que atuam no Hospital, além de ampliar o diferencial de qualidade. O Hospital foi Reacreditado pela JCI em 2007.
|
|
08/12/2009
|
CBA - Campanha Higienização das Mãos
|
|
|
|
25/09/2009
|
Parceria firmada entre o Ministério da Saúde e o
Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) irá
beneficiar dois Hospitais Universitários |
|
|
|
Uma parceria firmada entre o Ministério da Saúde e o
Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) irá beneficiar dois
hospitais universitários: o Professor Edgard Santos, em
Salvador, na Bahia, e o Brasília, no Distrito Federal. A
ideia é transferir conhecimentos especializados e
experiências de gestão para essas unidades hospitalares.
Para isso, HAOC convidou o Consórcio Brasileiro de
Acreditação para participar do projeto, que objetiva a
melhoria do atendimento e segurança, tanto para pacientes
quanto para toda equipe de saúde dos hospitais
universitários.
O projeto faz parte do programa Hospitais de Excelência a
Serviço do SUS, lançado no ano passado pelo Ministério da
Saúde. “O programa Reestruturação de Hospitais Públicos, com
ênfase na melhoria de processos e certificação baseada em
padrões mundiais de Qualidade e Segurança em Saúde, foi
criado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz para atender ao
convênio com o Ministério da Saúde e está alinhado com nossa
missão de contribuir para o desenvolvimento da sociedade”,
conta Liliana Amaral, gerente de projetos de gestão do
hospital. Segundo ela, a seleção feita pelo Ministério da
Saúde beneficiou hospitais do SUS com mais de 300 leitos,
com enfoque em alta complexidade e cuja direção aderiu
voluntariamente ao projeto. Amaral adianta ainda que o
objetivo da parceria é contribuir para a melhoria da gestão
dos hospitais: “Daremos ênfase ao aprimoramento dos
processos por meio dos padrões internacionais de qualidade e
segurança da Joint Commission International (JCI),
bem como a sistematização dos processos com apoio de
software de gestão”. Caberá ao CBA, representante da JCI
no Brasil, prestar consultoria em educação de acordo com os
padrões internacionais de Acreditação, realizando a educação
dos profissionais e preparando para as avaliações e
certificações.
Para o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o programa
desenvolvido pelas instituições impactarão direta e
positivamente na assistência. “No que se refere à melhoria
da gestão, ao mesmo tempo, otimizará a aplicação dos
recursos financeiros do Sistema Único de Saúde e ampliará,
com qualidade, o acesso dos cidadãos aos serviços”, afirma
Temporão.
Embora entusiasmada com a receptividade da direção dos
hospitais e dos grupos de facilitadores, que já receberam o
treinamento inicial sobre os padrões internacionais de
Acreditação, Liliana Amaral acredita que o grande desafio do
Hospital Alemão Oswaldo Cruz e do CBA será obter a adesão de
todos os profissionais na implantação da cultura de
qualidade e segurança. Apesar do desafio, ela está
confiante: “Os programas já foram iniciados e a previsão de
término é para dezembro de 2011.”
Todos pela acreditação
Para sabermos como o programa de reestruturação está sendo
desenvolvido no Hospital Universitário Professor Edgard
Santos, conversamos com a professora Almerinda Luedy Reis,
Vice-Diretora e Coordenadora do Programa no complexo HUPES.
CBA
- Como a direção e os funcionários do hospital receberam a
notícia do programa de Acreditação Internacional?
Almerinda Reis - Foi com muita satisfação e entusiasmo que
recebemos a notícia que o nosso Complexo HUPES foi indicado
entre os Hospitais Universitários do país para participar do
Programa de Acreditação Hospitalar Internacional pela
Joint Commission. A receptividade dos funcionários não
foi diferente. Estamos todos com grandes expectativas.
CBA
- Quais as melhorias que acredita que o programa trará para
a instituição?
A.R. -
Temos a certeza de que é a melhoria da qualidade
dos processos que determina a melhoria qualidade do cuidado
e dos serviços prestados em todos os níveis. Desta forma,
acreditamos que o programa trará, dentre outras melhorias,
uma maior integração dos profissionais buscando um objetivo
único: aumentar a motivação das pessoas; melhoria da
comunicação; maior transparência dos processos e
resultados, melhoria da estrutura e das condições de
trabalho e, consequentemente, promover uma melhoria do
cuidado e segurança do paciente.
Todo esforço será para o alcance da missão institucional que
é a de prestar assistência a
saúde da população; formar pessoas voltadas para as práticas
de ensino, pesquisa e assistência e produzir conhecimento
em benefício da coletividade e, que o nosso Complexo
HUPES, seja referência em nível de excelência no ensino, na
assistência, na pesquisa e na gestão.
CBA
- Como o hospital se preparou para o programa?
A.R. -
Estamos vivendo um momento muito interessante. O maior
"burburinho" em torno da Acreditação. Estamos na fase de
mobilizar as pessoas, conscientizá-las da importância do
programa para o Hospital, para as pessoas e, principalmente,
para o paciente. Assim, já elaboramos o plano de
implantação, constituímos o Comitê, nomeamos o Grupo de
facilitadores e o Coordenador. Temos reuniões sistemáticas
com os grupos, promovemos palestras de sensibilização para
os profissionais sobre Acreditação, disseminando informações
sobre o programa nos nossos meios de comunicação (intranet,
jornal, cartazes) e fazendo um diagnóstico situacional
embasado nos padrões e elementos de mensuração apresentados
pelo Manual de Acreditação da JCI para hospitais.
CBA
- Acredita que o caráter universitário do hospital implicará
em maior dificuldade para a implementação do programa de
qualidade e segurança na saúde?
A.R.
- A dificuldade não estará no caráter universitário do
hospital, mas em dificuldades financeiras para reestruturar
um hospital com 60 anos e que tem questões estruturais,
tecnológicas e de dimensionamento de pessoal que precisam de
melhorias. Vale salientar que contamos com a participação de
professores no Comitê e no grupo de facilitadores. Isto,
certamente, está sendo um aspecto positivo para a
implantação do programa, visto o efeito multiplicador que
terá com estudantes e demais professores das Unidades de
Ensino.
CBA
- Que dificuldades já foram encontradas e o que está sendo
feito para superá-las?
A.R.
- A maior dificuldade nesta fase é de acalmar os ânimos e
ansiedades das pessoas. Todos querem mudar e melhorar tudo,
já nesta fase inicial. Mas, por outro lado, isso é bom!
Reflete o entusiasmo e o querer das pessoas pela melhoria do
cuidado e segurança do paciente.
Estamos apenas começando. Temos um processo de mudança de
cultura e de comportamento para trabalhar. Precisamos
envolver todas as pessoas. Temos consciência de que a tarefa
não é fácil! Mas, o mais importante é acreditarmos que somos
capazes de fazermos melhor, sempre! E a frase que simboliza
o nosso momento é a de Bruce Barton que diz: “Nada
de esplêndido jamais foi realizado, exceto por aqueles que
ousaram acreditar que algo deles era superior às
circunstâncias.”
E nós do Complexo
HUPES, ACREDITAMOS!

Liliana Amaral, gerente de projetos de gestão do HAOC

Professora Almerinda Luedy Reis, Vice-Diretora e
Coordenadora do Programa no complexo HUPES

Equipe de Facilitadores

Hospital Alemão Oswaldo Cruz
|
12/05/2009
|
SBSHSL está entre as 100 melhores empresas
em cidadania corporativa
|
|
|
SBSHSL está entre as 100 melhores empresas em cidadania corporativa
As empresas selecionadas foram premiadas no Encontro Nacional de Cidadania e Responsabilidade Social
A Sociedade Beneficente de Senhoras- Hospital Sírio-Libanês passa a integrar a lista das 100 melhores empresas em cidadania corporativa e foi classificada entre as 50 Mais nestes quatro pilares: Responsabilidade Social,
Responsabilidade Ambiental, Ética e Relacionamento com Stakeholders e Envolvimento dos Colaboradores, de acordo com pesquisa realizada pela editora Gestão & RH. A festa de premiação e certificação aconteceu no dia 28 de abril, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
Para a eleição, foram analisadas 458 empresas, selecionadas entre as “1.000 Maiores Empresas” (critério Revista Exame) e as “150 Melhores Empresas para se Trabalhar” (Revistas Exame e Época, FIA-USP e Great Place to Work).
A cerimônia de abertura contou com a participação do editor e publisher da Gestão & RH Editora, Alexandre Garrett e do Prof. Takeshy Tashizawa, que é doutor pela Faculdade Getúlio Vargas, que ressaltaram a importância do estudo.
O prêmio concedido a SBSHSL foi entregue ao coordenador da Área de Filantropia e Responsabilidade Social, Flavio Alvares, que representou a Instituição.
Fonte: http://www.hospitalsiriolibanes.org.br
|
|
17/04/2009
|
Reciclagem em hospitais é prevista por lei e estimulada nas instituições certificadas
|
|
|
|
Reciclagem em hospitais é prevista por lei e estimulada nas instituições certificadas
Reciclagem em hospitais – uma possibilidade de ação. Este foi o tema de um encontro promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação ( CBA), e que abordou a preservação do meio ambiente, em consonância com os padrões de qualidade das instituições de saúde acreditadas internacionalmente. O evento, ocorrido no dia 26 de março, no Rio de Janeiro, com a participação da gerente de Risco Sanitário do Hospital São Vicente de Paulo (RJ), Débora Osório, e da enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Copa D’Or (RJ), Ângela Farias, apontou soluções para o problema. Ambas as instituições são certificadas pelo CBA, representante exclusivo no Brasil da Joint Commission International (JCI).
Prevista na legislação vigente (RDC 306/94), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a reciclagem em hospitais evita que resíduos tóxicos, como restos de medicamentos e bolsas de soro contaminadas, considerados lixo infectante, disseminem doenças. O plano de gerenciamento do lixo e as medidas para a separação de resíduos infectantes dentro dos estabelecimentos de saúde impõem nova rotina de trabalho a hospitais, clínicas e laboratórios, exigindo o treinamento das equipes médicas, de enfermagem e demais profissionais.
A legislação hoje prevê o gerenciamento do lixo desde a sua geração até o seu destino final. Assim, os hospitais são obrigados a fazer o descarte correto de cada tipo de resíduo: orgânico, infectante, químico, biológico, perfurocortante, reciclável e entulho. Nos hospitais acreditados pela metodologia internacional, essa iniciativa é parte de um programa que assegura a certificação da instituição.
Programas trazem benefícios
Na abertura do evento no Consórcio Brasileiro de Acreditação, a gerente de Risco Sanitário do Hospital São Vicente de Paulo, Débora Osório, defendeu a importância de as instituições de saúde acreditadas desenvolverem programas eficientes de gerenciamento de resíduos para reciclar, reduzir e reutilizar materiais, poupando recursos naturais e financeiros.
O São Vicente de Paulo já adota o Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde (PGRSS). “O hospital tem hoje 62 mil litros de resíduos recicláveis e treinamos todos os profissionais para separar e reciclar os materiais. Por exemplo, reciclamos até luvas cirúrgicas, desde que não tenham vestígio de sangue”, acrescenta.
Para mostrar a realidade, a enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital Copa D’Or, Ângela Farias, exibiu imagens da quantidade de lixo que é descartada diariamente no planeta e que poderia ser reciclada, gerando renda para famílias carentes e poupando o meio ambiente de, por exemplo, guimbas de cigarro, que levam cinco anos para serem degredadas ou os sacos plásticos, que demoram mais de cem anos para serem extintos. O Copa D’Or também desenvolve PGRSS. Ela defendeu ainda a minimização da geração do lixo, com o reaproveitamento, por meio da coleta seletiva, do que for possível. “No caso do lixo, se não houver separação, não haverá solução”, concluiu Ângela, comemorando a redução em 287 kg de resíduo infectante registrada no hospital entre os anos de 2007 e 2008, a partir das iniciativas do PGRSS.
|
|
14/04/2009
|
Hospital Copa D'Or : Reciclagem, uma atitude para preservar a vida no futuro
|
|
|
|
Hospital Copa D'Or : Reciclagem, uma atitude para preservar a vida no futuro*
Reciclar o lixo significa economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. A palavra reciclagem foi introduzida no vocabulário internacional no fim da década de 1980, quando ficou constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estão se esgotando.
Para compreendermos a reciclagem é importante "reciclarmos" o conceito que temos de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. Grande parte dos materiais que vai para o lixo pode (e deveria) ser reciclada. Tendo em vista o tempo de decomposição natural de alguns materiais como o plástico (450 anos), o vidro (5.000 anos), a lata (100 anos) e o alumínio (de 200 a 500 anos), por exemplo, faz-se necessário o desenvolvimento de uma consciência ambientalista para uma melhoria da qualidade de vida atual e para que haja condições ambientais favoráveis à vida das futuras gerações.
A reciclagem é uma alternativa para amenizar o problema, porém, é necessário o engajamento da população para realizar esta ação. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que, para ser reciclado, deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras e a mais simples é apartar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco). Esta é uma ação simples e de grande valor. Os catadores de lixo, o meio ambiente e as futuras gerações agradecem.
O lixo hospitalar ou resíduo de serviço de saúde é a classificação dada aos produtos sem valor e considerados perigosos produzidos dentro de um hospital como: seringas usadas, curativos etc. Por provocar danos à saúde, podendo conter agentes causadores de doenças, este tipo de lixo é segregado do restante produzido dentro de um hospital (como restos de comida etc.). O assunto é debatido com especial rigor no caso de hospitais acreditados como o Copa D'Or, no Rio de Janeiro, certificado pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), em que é realizado o Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde (PGRSS).
Existem regras para o descarte dos Resíduos de Serviços de Saúde. Elas estão dispostas na Resolução n° 306, de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre elas, uma estabelece que a segregação, tratamento, acondicionamento e transporte adequado dos resíduos é de responsabilidade de cada unidade de saúde em que eles foram gerados.
Em termos de regulação, na esfera federal, o país dispõe de normas ambientais e de vigilância sanitária, complementadas por outras estaduais e municipais. Os órgãos estaduais e municipais de meio ambiente são responsáveis pelo licenciamento ambiental dos empreendimentos de tratamento e disposição final de resíduos. Cabe a eles também a fiscalização.
Afinal, o lixo é o maior causador da degradação do meio ambiente. Pesquisas indicam que cada ser humano produz, em média, pouco mais que um quilo de lixo por dia. O que fazer e onde colocar tanto lixo é um dos maiores desafios de nossa época.
*Ângela Farias é enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital Copa D'Or.
|
|
29/11/2008
|
Projeto acompanha crianças carentes após alta de hospitais
|
|
|
|
Projeto acompanha crianças carentes após alta de hospitais
Modelo já se espalhou por 17 unidades de saúde e beneficiou mais de 12 mil pessoas
Projeto acompanha crianças carentes após alta de hospitais Modelo já se espalhou por 17 unidades de saúde e beneficiou mais de 12 mil pessoas Divulgação Vera Cordeiro, Superintendente da ASCR O constante ciclo internação e reinternação das crianças atendidas no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro, mobilizou os profissionais de saúde da instituição para a criação de uma entidade do terceiro que pudesse acompanhar a continuação do tratamento após a alta médica.
Trata-se da Associação Saúde Criança Renascer (ASCR), fundada em 1991 e que, entre os resultados, já reduziu em cerca de 68% o número das reinternações. A entidade conta hoje com o apoio de aproximadamente 140 voluntários e mobiliza mais 38 funcionários. Juntos, eles atendem a 250 famílias e 850 crianças e adolescentes. O trabalho é pautado no objetivo de reestruturar as famílias das crianças atendidas no hospital, atuando com o Plano de Ação Familiar (PAF), que engloba cinco áreas importantes: saúde, profissionalização, moradia, educação e cidadania. “O fato dos pacientes retornarem muitas vezes em estado ainda mais grave, chegando em alguns casos a falecer, fez com que criássemos a associação. O Criança Renascer não pretende ocupar o papel dos hospitais públicos, mas fornecer um suporte que complemente o cuidado após a alta, abrangendo os aspectos econômicos, sociais e psicológicos, que nem sempre estão relacionados diretamente com o tratamento médico, mas que comprometem a recuperação do paciente de uma forma geral”, destaca a médica Vera Cordeiro fundadora e superintendente geral da entidade.
Além do apoio clínico, psicológico, nutricional e jurídico, a entidade realiza, ainda, projetos como o “Moradia”, que fornece material e mão-de-obra para a reforma de habitações próprias que apresentam precariedade e que não estejam em área de risco. O objetivo é fazer com que a moradia tenha condições mínimas essenciais de habitabilidade, como água encanada, esgoto, paredes e piso revestidos e telhados. “Com a elevação dos padrões de qualidade de vida, tanto a criança quanto a família adquirem auto-estima e tendem à recuperação mais rápida quando vivem em um ambiente saudável”, destaca a superintendente da entidade. Outra frente de atuação é a geração de emprego e renda, por meio do “Projeto Profissão”, que já encaminhou mais de 2 mil pessoas para cursos profissionalizantes, de acordo com as habilidades e interesses apresentados. “A proposta é prepará-los e capacitá-los de forma a gerar renda e manter uma estrutura financeira mínima após o encerramento do atendimento do Criança Renascer”, explica Vera Cordeiro.
A instituição realiza também palestras informativas e preventivas para mães e responsáveis, sobre temas como alimentação alternativa, higiene, saúde, violência e acidentes domésticos, desenvolvimento infantil, adolescência, planejamento familiar, entre outros. Impressionam os resultados. Em 17 anos de trabalho, a entidade atendeu 2.545 famílias, o que representa cerca de 12.500 pessoas. Para o próximo ano a meta é expandir a metodologia de trabalho, que já se espalhou por 17 hospitais públicos de alguns estados do Brasil. A instituição conta com a parceria de empresas privadas, como Jonhson e Johnson, White Martins, Shoppings Rio Sul e Tijuca e também de instituições do terceiro setor, como Ashoka e Avina. “O povo brasileiro é muito solidário e desde o início do Criança Renascer contamos com ajuda de muitos voluntários que doam seu tempo e carinho para fazer o projeto acontecer, alguns deles estão na instituição há 17 anos”, completa.
Fonte: www.responsabilidadesocial.com - Cynthia Ribeiro
|
|
29/11/2008
|
O desafio da eficiência energética nas instituições de saúde
|
|
|
|
O desafio da eficiência energética nas instituições de saúde
Palestras gratuitas no Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) vêm mobilizando profissionais e a sociedade sobre a responsabilidade social e ambiental de hospitais e instituições do setor de saúde. “Eficiência energética e energias renováveis em instituições de saúde”foi o assunto em discussão na tarde de 5 de novembro, no auditório do CBA, no Centro do Rio. No evento, foi apresentado um estudo de caso do Instituto Nacional de Câncer (INCA), com o especialista em gestão de manutenção hospitalar e chefe da atividade de manutenção do Hospital do Câncer II (HC II), o arquiteto Joaquim Guilherme de Assis Segura.
Além de a questão ser hoje importante para o país e o mundo, no setor hospitalar, o uso otimizado da energia evita desperdício e proporciona bem-estar a funcionários, médicos e pacientes. Segundo dados do IBGE, o Brasil tem 65 mil instituições de saúde, 75% delas no setor público, como explicou Joaquim Guilherme Segura. Ele apresentou um estudo realizado no HC II (INCA), no Rio, em que uma parceria com o Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) e a Eletrobrás, em 2005, permitiu a troca dos sistemas de refrigeração e iluminação, adequando-os às necessidades do hospital.
Foram mostradas ações desenvolvidas a partir do convênio, que incluiu não só a troca de equipamentos antigos por novos, mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente, como também um programa de conscientização de funcionários e médicos para economizar energia. De acordo com Joaquim Guilherme, no setor hospitalar, os grandes vilões do desperdício de energia são os aparelhos de ar-condicionado e o sistema de iluminação. “Para equacionar esses dois pontos, parte dos recursos do programa foi aplicada na troca de 147 aparelhos de ar antigos, que consumiam muito, por 156 novos, mais eficientes, econômicos e silenciosos. Com isso, constatamos 20% de economia”, contou Joaquim Guilherme, satisfeito ainda com o bem-estar que os pacientes passaram a relatar após a reforma.
O HC II fica na região do Santo Cristo, próximo à Rodoviária Novo Rio, uma área quente e poluída da cidade. Paralelamente à troca dos aparelhos de ar-condicionado, também foram substituídas películas pretas das janelas por outras espelhadas e reflexivas e instaladas luminárias mais apropriadas a cada local da instituição. “Fizemos um diagnóstico no HC II da situação energética no ano anterior ao convênio para otimizar o programa com o Procel e atingir níveis de eficiência energética desejáveis”, explicou Joaquim Guilherme.
Prédios inteligentes, conforto e economia
Pensando na saúde e no meio ambiente, o melhor mesmo é construir edifícios inteligentes. O Hospital Sarah, da Barra da Tijuca, no Rio, foi citado na palestra como um exemplo de arquitetura eficiente ou prédio inteligente, projeto em que as construções aproveitam os recursos naturais, como ventos e luz solar, para economizar energia, garantir conforto térmico e proteger o meio ambiente. “O projeto consciente deve garantir perfeita interação entre o homem e o meio ambiente”, afirmou o arquiteto Joaquim Guilherme Segura.
Ele destacou ainda a importância de pequenas ações nos hospitais para reduzir o desperdício. “Se há uma sala do hospital que ficará ociosa por algum tempo, devemos desligar o ar-condicionado e apagar as luzes, quando ninguém estiver no local. São medidas simples, mas que, somadas a outras ações, poupam energia”, ensinou, acrescentando que essas iniciativas devem ser incorporadas por todos no dia-a-dia.
|
|
29/11/2008
|
Ministério do Meio Ambiente edita resolução sobre aterro sanitário para resíduos
|
|
|
|
Ministério do Meio Ambiente edita resolução sobre aterro sanitário para resíduos
Resolução dispõe sobre aterro de pequeno porte para recebimento de resíduos sólidos urbanos, inclusive de serviços de saúde
Através da Resolução nº 404, de 11 de novembro de 2008, o Ministério do Meio Ambiente editou normas destinadas a orientar o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte para resíduos sólidos urbanos.
O art. 3º da referida resolução dispõe que, nos aterros sanitários de pequeno porte por ela abrangidos, é admitida a disposição final de resíduos sólidos domiciliares, de resíduos de serviços de limpeza urbana, de resíduos de serviços de saúde, bem como de resíduos sólidos provenientes de pequenos estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços.
0 § 1º do artigo 3º dispõe que a permissão não se aplica aos resíduos perigosos, conforme definido em legislação específica, devendo ter características similares aos gerados em domicílios, inclusive quanto aos resíduos de serviços de saúde, pois estes só podem ser dispostos em aterros de pequeno porte, se não exigirem tratamento prévio, ou se, conforme sua classificação de risco, necessitam de tratamento prévio à disposição final, nos termos das Resoluções RDC Anvisa no 306, de 2004 e Conama no 358, de 2005.
Além disso, o órgão ambiental competente, poderá admitir a disposição de lodos secos não perigosos, oriundos de sistemas de tratamento de água e esgoto sanitário, desde que a viabilidade desta disposição seja comprovada em análise técnica específica, respeitadas as normas ambientais, de segurança e sanitárias pertinentes.
Os aterros sanitários de pequeno porte não poderão receber resíduos perigosos que, em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e perfurocortantes, apresentem risco à saúde pública e ao meio ambiente, bem como os resíduos da construção civil, os provenientes de atividades agrosilvopastoris, dos serviços de transportes, de mineração, bem como de serviço de saúde classificados na RDC Anvisa no 306, de 2004 e Resolução CONAMA no 385, de 2005 com exigência de destinação especial.
Leia a íntegra da Resolução CONAMA 404/2008
|
|
21/11/2008
|
Tratamento de resíduos, medida importante na acreditação
|
|
|
|
Tratamento de resíduos, medida importante na acreditação
A questão ambiental preocupa o mundo inteiro e engloba, entre outros temas, o gerenciamento de resíduos. O Manual de Acreditação Hospitalar Internacional reservou um capítulo, Gerenciamento e Segurança das Instalações, que define como a instituição irá implementar processos para a gestão de materiais perigosos, quanto à sua manipulação, armazenamento, uso de materiais radioativos e outros, estabelecendo parâmetros também para o descarte de resíduos perigosos de forma segura. Outro ponto importante é a questão da água, inserida na área de sistemas utilitários.
Em determinadas instituições de saúde, o tratamento de resíduos requer um planejamento bastante detalhado. Foi o caso do Hospital São Vicente de Paulo, no Rio de Janeiro. Inicialmente, com o apoio da alta direção, foi realizado um diagnóstico e a elaboração do escopo de um projeto. “Para o processo de implantação, foi traçado um conjunto de procedimentos de gestão, a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, contemplando aspectos referentes à geração, segregação, coleta, ao acondicionamento, armazenamento, transporte, tratamento e à disposição final”, conta Débora Osório, gerente de Risco Sanitário do Hospitalar do São Vicente de Paulo.
Todos os colaboradores foram envolvidos nas atividades do gerenciamento de resíduos por meio de treinamento. “Todos tiveram contato com o sistema adotado, a prática de segregação dos resíduos, reconhecendo os símbolos, as expressões, os padrões de cores adotadas, aprendendo a localização dos abrigos de resíduos, entre outros fatores indispensáveis à completa integração do programa”, afirma Débora.
Manual orienta ações
No Hospital São Vicente de Paulo tudo foi feito em conformidade com o que é preconizado no Manual de Acreditação. “O padrão FMS.5 detalha, de forma didática, essa necessidade em relação aos materiais perigosos, em que é tratada a geração de resíduos sólidos de saúde. Já no padrão FMS.9 é abordada a questão da água e sua disponibilidade para uma efetiva operacionalização do processo hospitalar”, explica Martha Lima, gerente da Qualidade do hospital.
O gerenciamento de resíduos sólidos permite minimizar a sua geração e proporcionar aos resíduos gerados um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente. “No caso dos efluentes, antes de serem lançados na rede coletora de esgoto ou em corpos receptores, devem atender a diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais e gestores de recursos hídricos”, acrescenta Débora.
Treinamento é fundamental
O Hospital Copa D’Or, também no Rio de Janeiro, elaborou seu Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) baseado na Legislação vigente. “Entendemos que o treinamento de toda a equipe do HCD é fundamental para o sucesso. É um trabalho contínuo de conscientização e mudança de cultura na forma de lidar com o destino do lixo hospitalar”, esclarece Rogéria Pereira, coordenadora de Qualidade do Copa D'Or.
Para que o PGRSS alcance o objetivo de minimizar os resíduos gerados e o seu reaproveitamento, quando possível, o Hospital Copa D’Or faz a segregação na fonte dos resíduos, classificados como: comum, infectante e reciclável. Essa é uma forma de contribuir para a preservação do meio ambiente, já que parte do lixo reciclável será transformada em adubo e a restante retornará para a indústria. “Para esse reaproveitamento contamos com a parceria de empresas especializadas em reciclagem”, diz Rogéria.
Já o resíduo líquido é descartado no sistema de esgoto, conforme regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A importância do controle da qualidade da água se justifica pelas situações que podem ser prevenidas como, por exemplo, surtos de infecção respiratória causada por Legionella, associados à inalação de aerossóis provenientes de chuveiros e torneiras de água quente e também de torres de ar-condicionado. Outra grande preocupação é com relação aos procedimentos de hemodiálise e os processos de esterilização, que implicam em utilização de água potável. “No Copa D’Or, fazemos coletas mensais de pontos diversos de fornecimentos internos de água e encaminhamos para análise laboratorial. Também são analisados a qualidade do ar e os dutos de refrigeração. Os resultados são acompanhados pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar”, detalha Rogéria.
Para a instituição, o grande desafio é a participação de todos na forma correta de realizar o descarte dos resíduos, pois se a segregação não é feita corretamente, inviabiliza a possibilidade do aproveitamento do resíduo para reciclagem. “Não é fácil inserir na prática essa preocupação com o descarte dos resíduos. Precisamos investir continuamente em educação. É uma nova consciência do papel social a ser desempenhado pelos profissionais de saúde, na tentativa de preservação do meio ambiente”, acredita Rogéria.
Também no Hemorio, no Rio de Janeiro, existem desafios a serem vencidos em relação ao tratamento de resíduos. De acordo com Maria de Fátima Pessôa Bezerra Cabral, responsável pela Gerência de Resíduos da instituição, o maior deles é capacitar sempre os profissionais de saúde, tendo uma política voltada para a otimização dos resíduos gerados. É importante que cada resíduo tenha destinação adequada para que se evite a contaminação do solo e dos lençóis freáticos. “Garantir e proteger a qualidade ambiental faz parte de nossa atividade para um mundo melhor”, opina.
O tratamento consiste na aplicação de métodos, técnicas ou processos que modifiquem as características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando possibilidades de contaminação, de acidentes ocupacionais ou danos ao meio ambiente. Todos os sistemas aplicados para tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ter licenciamento ambiental. “É importante salientar que, dentro do ambiente hospitalar, outro fator importante é o controle da água em uso no hospital. “A cada seis meses, é necessário fazer a higienização dos reservatórios, devendo a firma de limpeza ser credenciada por órgão ambiental e realizar, após o trabalho, o controle bacteriológico da água que está sendo utilizada”, resume Fátima.
Fonte : Jornal do Brasil
|
|
28/08/2008
|
HEMORIO - Responsabilidade Social 'Verde' - Premio pelo case Programa de Educação Ambiental – Hemocicle
|
|
|
|
RESPONSABILIDADE SOCIAL 'VERDE'
O case Programa de Educação Ambiental – Hemocicle, do Hemorio, instituição acreditada pela Joint Commission International (JCI), por meio do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), foi selecionado na 6ª edição do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro. Além do reconhecimento na área de assistência médica devido à acreditação, o Hemorio se destaca também na responsabilidade sócio-ambiental. O case vai integrar o Ranking Benchmarking 2008 – que reconhece a instituição que se diferencia por suas práticas de excelência em gestão ambiental – nos Bancos de Boas Práticas BenchMais e da Fundação Nacional da Qualidade. O evento de apresentação do case será realizado no dia 25 de setembro, em São Paulo (SP).
No case sobre o Hemocicle, um programa desenvolvido com o objetivo de preservar o meio ambiente, é relatada a iniciativa do Hemorio em defesa da natureza. A cada mês, colaboradores da instituição ajudam na sobrevivência de 21 árvores – ao ano, são ao todo 252. E tudo isso sem precisar plantar a semente, ou adubar a terra, mas por meio do programa de responsabilidade social. O programa é viabilizado por meio da reciclagem de lixo, idéia que nasceu em 2006 para dar tratamento adequado aos resíduos no Hemorio. No entanto, a semente havia sido plantada bem antes, em 1999, quando integrantes do setor de Rouparia, Higiene e Limpeza da entidade questionaram-se a respeito do que fazer com o, até então, apenas “lixo”. Aos poucos, no entanto, o papelão tornou-se produto para venda; depois o cartucho de impressora, os pets, o alumínio. O “lixo” tornou-se resíduo, e o que era descartável mostrou utilidade.
Com a comercialização desses resíduos foram angariados, até 2006, mais de R$ 36 mil, mas, certamente, o maior ganho é a ação em benefício da sustentabilidade do planeta. “Com as ações de reciclagem, colaboramos para a preservação das águas e do ar, além da diminuição da degeneração do solo. O ‘lixo’ consciente gera emprego e renda e a sociedade é a maior beneficiada”, afirma Maria Penha Faria, responsável pelo setor de Rouparia da instituição.
Hemocicle gera qualidade de vida
Os funcionários do Hemorio participam do programa Hemocicle de duas formas, além de trazer objetos recicláveis de suas residências, há uma preocupação em reciclar o próprio material utilizado na instituição. Foram mais de R$ 36 mil arrecadados com a reciclagem do lixo, entre 1999 e 2006. Os recursos foram empregados na aquisição de cadeiras de rodas, ventiladores de teto, uniformes para força de trabalho, materiais de manutenção, telefonia, entre outros produtos. No entanto, a maior parte dos investimentos foi destinada à melhoria da qualidade de vida dos funcionários do Hemorio. Com a verba, o Programa Qualidade de Vida pôde investir no Hemopasseio, Hemocine, nas campanhas de prevenção dos cânceres do colo do útero, de mama e próstata.
|
|
28/08/2008
|
HOSPITAL SAMARITANO INVESTER $ 2 MILHÕES EM PROGRAMA DE AUXILIO ÀS SANTAS CASAS
|
|
|
|
HOSPITAL SAMARITANO INVESTER $ 2 MILHÕES EM PROGRAMA DE AUXILIO ÀS SANTAS CASAS
Hospital Samaritano e a Secretaria Estadual da Saúde oficializam esta semana o projeto de apoio à gestão operacional de Santas Casas do estado de São Paulo. Através da parceria,será possível desenvolver ações de capacitação profissional e qualificação degestão hospitalar, melhorando o atendimento e qualidade dos serviços prestadospelas instituições. “Esta parceria visa, principalmente, oferecer umatendimento médico melhor para a população e uma gestão mais eficiente para as Santas Casas”, diz o Superintendente de Planejamento do HospitalSamaritano, Antônio Pires Barbosa. O projeto de auxílio à gestão operacionaldas Santas Casas receberá investimentos de cerca de R$ 2 milhões e vai apoiaros hospitais de Mogi das Cruzes, Palmital, Ourinhos, Mogi Mirim, Mococa,Lorena, Guarujá, Registro, Votorantim e Itapeva e as maternidades de Andradina,São Vicente, Jaú, Lins, Sorocaba, Tatuí, Guarujá, Registro, Votorantim eItapeva.
|
|
28/08/2008
|
Hospital Paulistano - Sistema de reaproveitamento de águas pluviais
|
|
|
|
Hospital Paulistano - Sistema de reaproveitamento de águas pluviais
A água é um dos bens mais preciosos do planeta, por isso, a equipe de manutenção do Hospital Paulistano idealizou e instalou um sistema de reaproveitamento de águas pluviais, que permite encher um reservatório subterrâneo, com 35 mil litros.
Parte da água captada é utilizada na lavagem externa do prédio, vácuo e aspiração. A outra parte fica destinada para o espelho d´água que enfeita o andar térreo do hospital.
|
|
03/08/2008
|
Sustentabilidade e responsabilidade ambiental - Hospital Albert Einstein, Amil Total Care e Pronep
|
|
|
|
Ambiente e Segurança nas Instituiçoes em Saúde
"Ambiente Assistencial - Gerenciamento de Risco"
Ambiente e Segurança nas Instituiçoes em Saúde é um tema cada vez mais recorrente na cartilha para acreditaçao. Ter um ambiente seguro significa gerenciar riscos. E este é um alicerce fundamental da qualidade - a mesma que faz do Albert Einstein um sinônimo de excelencia entre hospitais brasileiros. Nao é por menos: o Comite de Segurança do Ambiente - "agora também tem do paciente", ressalta Carla Souza Behr, consultora de qualidade do hospital - mobiliza seis mil funcionários e seis mil pessoas que circulam pelo hospital diariamente.
As atividades incluem simulados em cenários reais e reunioes mensais e até economia de energia. "O Einstein consegue emprestar energia para o bairro do Morumbi, num acordo com a Eletropaulo", revela Behr. "Trata-se de uma mudança profunda de cultura dos fornecedores e dos funcionários no quesito comprometimento", diz ela.
Edifício 'verde'
No Einstein, atualmente se fala em sustentabilidade. "Há uma preocupaçao do hospital em atender os requisitos do Green Builiding nos prédios em construçao. O objetivo é otimizar a utilizaçao de recursos naturais, reduzir e destinar os resíduos de maneira correta, reduzir as fontes de emissao de gás carbônico", informa Carla Behr. Trata de um projeto ambi-sócio-econômico, baseado no Protocolo de Kyoto. Além disso, o hospital é certificado pela norma ISO 14.001 desde 2003.
"O transporte dos funcionários, por exemplo, é o principal emissor de CO2 do hospital", revela Behr. Ela explica que, embora tenham baixa significância no cenário nacional, as emissoes vindas deste fluxo de pessoas fazem a diferença na regiao em que o Einsteim está localizado e deverao ser evitadas com sistema de transporte coletivo criado e gerenciado pelo hospital.
Benchmarking
Heleno Costa Junior, integrante da Comissao Executiva do Consórcio Brasileiro de Acreditaçao, lembra que responsabilidade ambiental será um item do novo manual da Joint Commission International (JCI). "O conceito de benchmarking também será bastante explorado", adianta.
Benchmarking (também conhecido como Best Practice Benchmarking" ou Process Benchmarking) é um processo utilizado em gestao e gestao estratégica, no qual organizaçoes avaliam vários aspectos de suas operaçoes e de seu setor para medir a qualidade dos serviços prestados.
A prática permite as organizaçoes desenvolverem um planejamento a longo prazo e a adotar melhores práticas, geralmente buscando a melhora de sua performance. O benchmarking pode ser reservado a um evento, mas é mais trabalhado de maneira contínua - como um processo no qual a organizaçao é constantemente desafiada a rever suas práticas.
Desafios
Em outras palavras, trata-se de mais um termo em ingles para definir a promoçao de estandartes de qualidade e produtividade. Desta forma, o gerenciamento do ambientes de saúde encontram enormes desafios. Lixo hospitalar e desperdício, por exemplo, estao entre as prioridades da Amil Total Care (RJ), segundo Simone Henrique de Castro.
"Nossa enfase no gerenciamento do lixo hospitalar abrange clientes internos e externos", conta Simone. "Fazemos o monitoramento da empresa que recolhe o lixo, até seu destino final", explica. A Amil Total Care também abraçou a preocupaçao com o desperdício de papel e passou a estimular o anti-tabagismo, como parte do Plano Contra Incendio.
Biossegurança
Márcia Braz, da Pronep - Internaçao Domiciliar (RJ), lembra que foi a adoçao de padroes de higiene mais simples que provaram ser os mais eficientes. "Desde a Guerra da Criméia, Florence Nightingale (1820-1910, pioneira da enfermagem) mudou o cenário de cuidados de doentes, reduzindo de 40% para 2% as mortes apenas introduzindo a prática de lavar as maos antes tratá-los.
"A disseminaçao de doenças infecto-contagiosas e infecçoes pode ser controlada com cuidados básicos", diz Márcia. "E é isso que enfatizamos nos casos de internaçao domiciliar". A Pronep aposta no domicílio como um novo espaço para cuidados, que pode ser tao eficiente quando o ambiente hospitalar e bem mais agradável que o mesmo.
Trata-se de um importante capítulo da biossegurança - um conceito cada vez mais atual e abrangente. "Gerenciar espaços e riscos, por exemplo, pode reduzir quedas", enfatiza Márcia, fornecendo dados do Ministério da Saúde: 75% das lesoes acontecem em casa e 34% provocam algum tipo de fratura. Entre os idosos, 46% das quedas acontecem no caminho para o banheiro, a noite. Entre as crianças, os brinquedos sao primeira causa de mortes daquelas com menos de 5 anos.
Sao acidentes que poderiam - e precisam - ser evitados, com a disseminaçao da cultura da segurança no Brasil. Isso sem falar em contratempos domésticos que podem ocorrer também em hospitais, como sobrecargas elétricas, falta de luz e incendios.
Fonte: Seminário Nacional de Acreditaçao - SB Comunicaçao
|
|
03/08/2008
|
Hospital Dona Helena - Responsabilidade Ambiental
|
|
|
|
Por um ambiente inteiro
A preocupação ambiental sempre esteve presente na vida do Hospital Dona Helena. Por exemplo, antes mesmo de a coleta seletiva ser oficializada o hospital já realizava seleção de resíduos, separando cada um para seu correto tratamento. O chamado "lixo seco" segue para reciclagem. Já os rejeitos hospitalares cumprem uma rota segura: os produtos químicos são recolhidos por uma empresa especializada, os perfuro-cortantes e outros materiais clínico-cirúrgicos passam pela autoclave e vão para o aterro sanitário.
Fonte: www.donahelena.com.br
|
|
25/07/2008
|
Palestra promovida pelo CBA sobre Lixo Hospitalar e Meio Ambiente tem grande audiência
|
|
|
|
98 participantes estiveram presentes na Palestra sobre Lixo Hospitalar e Meio Ambiente, que faz parte do ciclo de palestras da Responsabilidade Social do CBA, realizada no dia 17 de julho com a apresentação da palestrante Dr.a. Yvelise Migueis com o tema: Responsabilidade Sócio-Ambiental , contamos ainda com as apresentações de estudos de Casos : Gerenciamento de resíduos de saúde e experiência do HEMORIO apresentado pela Maria de Fátima B.P.Cabral responsável pelo Gerenciamento de Resíduos em Saúde do HEMORIO e o estudo de caso Gerenciamento de resíduos de Serviços de Saúde do Hospital da Lagoa elaborado por Rafael Laia e apresentado pela Dr.a Yvelise.
Estiveram presentes profissionais da rede pública e privada de saúde, empresas privadas, auditor ambiental, biólogos , engenheiros, arquitetos e estudantes . Foram coletados 75 itens como leite e fraldas descartáveis a titulo de inscrição que foram doados ao Projeto da Associação Saúde Criança Renascer.
|
|
10/07/2008
|
INCA - Social - Reuniões e cartilhas melhoram qualidade do tratamento- Educando o paciente
|
|
|
|
Parte de uma tendência mundial da saúde nas últimas décadas, os pacientes conquistaram o direito de conhecer e entender os problemas relacionados à sua saúde e receber todas as informações que possam auxiliá-los a participar das decisões relativas aos seus cuidados, incluindo, em alguns casos, a assinatura de um termo de consentimento ao procedimento médico. Prática descrita nos manuais de acreditação hospitalar – conjunto de padrões de qualidade que buscam a melhoria contínua dos serviços de saúde – a educação para o paciente traz, além do conforto psicológico, mais segurança ao processo de tratamento e a possibilidade de redução dos custos. Estudos mostram que pacientes que utilizam material de apoio à educação têm alta em menos tempo, têm menos necessidades de internação, mostram-se menos problemáticos em fases pré e pós-cirúrgicas e têm reduzida até mesmo a quantidade de medicamentos utilizados contra a dor.
Hoje, é cada vez maior o número de hospitais que mantêm programas para intensificar a comunicação e a humanização no atendimento. Profissionais de saúde são elos de uma corrente que busca, além de cuidar, prestar esclarecimentos em linguagem fácil e lúdica, fortalecendo, assim, a confiança e a colaboração mútuas. A educação de pacientes, nessa nova realidade, baseia-se não só nas informações fornecidas oralmente pelos profissionais de saúde, mas também na utilização de materiais impressos, audiovisuais e, mais recentemente, computadores. No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), no Rio de Janeiro, ferramentas de comunicação vem sendo adotadas desde 2000, como a distribuição de folhetos destinados a pacientes, funcionários e ao público em geral, que abordam desde doação de sangue até os cuidados com o gesso. “A cada três anos, fazemos atualizações do material de acordo com as necessidades, pois sempre recebemos o retorno dos leitores com dúvidas ou questionamentos”, comenta Isabela de Castro, geriatra e vice-diretora do hospital.
No dia-a-dia do Instituto Nacional de Câncer (INCA), educar o paciente tornou-se uma prática bem-sucedida, confirmada por avaliações internas. A orientação das cartilhas e reuniões, quando seguidas corretamente, contribui para a redução no uso de medicamentos e, conseqüentemente, a diminuição de custos com o tratamento em 80% dos pacientes. “Os dados refletem que as reuniões e as orientações das cartilhas levam a maioria dos pacientes a apresentar índice normal de reações previstas nas terapias, de acordo com os padrões estabelecidos nos protocolos internacionais de referência”, ressalta Élida Pereira Cabral, do Serviço de Enfermagem em Radioterapia do INCA
Das reuniões semanais do Instituto para pacientes e cuidadores participam também enfermeiros, psicólogos, fonoaudiólogos e nutricionistas. Os temas discutidos são abrangentes, envolvendo vários aspectos da terapêutica até direitos sociais. “Já que o portador da doença passa a contar com uma série de benefícios, como auxílio-doença, aposentadoria, saques do PIS e FGTS, passe livre, ele recebe informações durante as reuniões para ter acesso ao que lhe é garantido por lei”, explica a assistente social do Hospital do Câncer I, Márcia Skaba.
A sensação de valorização e o conhecimento sobre o que fazer e como se comportar são benefícios destacados por muitos pacientes como motivadores para a continuidade do tratamento. José Geraldo Adriano Tomé, internado para a extração de um tumor na perna, encontrou, em uma das 20 cartilhas desenvolvidas pelas equipes da Coordenação de Assistência e da Divisão de Comunicação Social do INCA, esclarecimentos simples e objetivos sobre a doença e as medidas necessárias antes da cirurgia. Sua mulher, Teresa de Oliveira, que o acompanhou durante todo o processo, garantiu que, com aquela orientação poderia colaborar mais na recuperação do marido. “É um alívio saber o que a gente precisa fazer quando volta para casa com o doente”, comenta.
Com ilustrações e textos curtos, as cartilhas explicam, por exemplo, como lidar com possíveis efeitos colaterais das terapias em que se utiliza a radiação ou também como os cuidadores podem colaborar para a boa higiene de pacientes acamados; ou como fazer curativos em casa. “Nesse material, são antecipadas ainda situações comuns a cada tipo de doença, o que tranqüiliza o paciente e seus familiares. Mas é claro que os livretos não substituem o diálogo pessoal com a equipe do hospital”, acrescenta a assessora da Coordenação de Assistência do INCA, Lúcia Giordani.
Serviço:
Instituto Nacional de Câncer (INCA) – As cartilhas estão disponíveis para a população em geral no site www.inca.gov.br, em publicações/Títulos.
Rede Câncer - 2008 Instituto Nacional de Câncer - Publicação no.05 - junho 2008
Foto : Fernando Meireles
Fonte e Crédito do texto -SB Comunicação
|
|
04/07/2008
|
Cartilha orienta sobre direito dos portadores de hanseníase
|
|
|
Com o objetivo de orientar as pessoas atingidas pela Hanseníase sobre os principais direitos que elas possuem foi lançada, pelo Ministério da Saúde, a cartilha "Hanseníase e Direitos Humanos - direitos e deveres dos usuários do SUS".
A cartilha tem oito capítulos distribuídos em 74 páginas. Os temas são: "Conhecendo os direitos humanos", "Conhecendo mais sobre a hanseníase", "Conhecendo seus deveres na prevenção de incapacidades e deformidades", "Conhecendo os seus direitos na saúde", "Caminhando na busca dos seus direitos", "O sentido das palavras", "Para saber mais" e "Construindo o conteúdo". Pelos capítulos, o leitor ainda encontra depoimentos de pessoas que ainda estão em tratamento e o caminho para a cura da doença.
O Brasil registrou no final de 2005 um coeficiente de prevalência de hanseníase de 1,48 casos/10.000 habitantes (27.313 casos em curso de tratamento em dezembro de 2005).
SAIBA MAIS:
A Hanseníase é transmitida pela pessoa doente, que não esteja em tratamento. Os primeiros sintomas aparecem de dois a cinco anos após a infecção. Atinge homens e mulheres, de todas as classes sociais. Pode causar incapacidades/deformidades, quando não tratada ou tratada tardiamente.
Os sinais da hanseníase mais comuns são: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas, em qualquer parte do corpo. As manchas formigam ou são dormentes, com diminuição ou ausência de dor, de sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque.
Fonte : O Povo.com.br
|
|
27/06/2008
|
Hospital Israelita Albert Einstein firma parceria para aprimorar serviços públicos de oncologia
|
|
|
|
Hospital Israelita Albert Einstein firma parceria para aprimorar serviços públicos de oncologia
Acordo com Hospital de Câncer de Barretos prevê o desenvolvimento de ações de prevenção e tratamento do câncer
junto ao Sistema Único de Saúde
São Paulo, junho de 2008 – O Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) formaliza nesta sexta-feira, dia 27 de junho, uma parceria com o Hospital de Câncer de Barretos que prevê o desenvolvimento de programas conjuntos de pesquisa em câncer, compartilhamento de conhecimentos em oncologia e troca de experiência sobre iniciativas voltadas à população carente. O objetivo é gerar diversos projetos em comum, desde pesquisas clínicas, como a criação de biomarcadores em câncer de mama, até eventos de conscientização para a comunidade, nas mais diversas regiões do Estado de São Paulo.
O Hospital de Câncer de Barretos, que atende cerca de 1300 municípios dos 27 estados do Brasil, com quase 2400 atendimentos gratuitos ao dia, tem experiência no rastreamento populacional de câncer de mama, com projetos como o de um ônibus que vai até as comunidades carentes para realizar exames de mamografia in loco. “Faz parte da missão do Hospital Israelita Albert Einstein promover a justiça social nas comunidades assistidas. A parceria com o Hospital de Câncer de Barretos é mais um passo importante na integração entre o Einstein e o Sistema Único de Saúde. Contribuiremos com todo o nosso conhecimento em gestão em saúde, pesquisas, tratamento e diagnóstico do câncer para otimizar os recursos disponíveis e melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo SUS”, explica Claudio Luiz Lottenberg, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.
“A experiência do rastreamento precoce do câncer de mama junto a populações carentes desenvolvidas em Barretos, por exemplo, pode ser aproveitada na comunidade de Paraisópolis, a segunda maior favela do Estado, onde o Einstein já atua há mais de 10 anos”, avalia Dr. Auro Del Giglio, gerente do Programa Integrado de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein.
O Programa Einstein na Comunidade Paraisópolis (PECP), fundado pelos voluntários da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein oferece a essa comunidade desde atendimento médico até atividades sociais e educacionais para promoção da qualidade de vida e cidadania. Ao longo de uma década, já são mais de 3 milhões de atendimentos. O PECP possui duas frentes principais de atuação: o Ambulatório Médico, cujas atividades beneficiam 10 mil crianças de 0 a 10 anos com integração à saúde; e o Centro de Promoção à Saúde, cujos projetos nas áreas de educação, esportes e orientações de saúde e geração de renda atendem cerca de 6 mil pessoas, entre crianças, adolescentes e adultos.
Responsabilidade Social – A interação freqüente com instituições públicas, em apoio ao Sistema Único de Saúde, faz parte da atuação do Hospital Israelita Albert Einstein, por meio do seu Instituto Israelita de Responsabilidade Social. O exemplo mais recente, uma parceria firmada em abril deste ano, o Einstein associou-se à Organização Social de Saúde “Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim”, e assumiu a gestão do Hospital Municipal de M´Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch, situado na zona sul de São Paulo. Considerada um marco para a cidade São Paulo, esta iniciativa tem como objetivo assegurar a qualidade da assistência de saúde à população mais carente da cidade, a partir do conhecimento e excelência em gestão hospitalar.
Há ainda diversas outras parcerias com a esfera pública que contribuem com o SUS, como o apoio ao Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, com o programa de transplantes de órgãos voltado a pacientes carentes. Desde 2002, foram realizados no Hospital mais de 1000 transplantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o Einstein mantém sete centros de ultra-sonografia, seis de oftalmologia e um de eletroneuromiografia e eletroencefalografia em regiões carentes de São Paulo. Também responde pela gestão de três Unidades de Assistência Médica-Ambulatorial, em parceria com a Prefeitura de São Paulo. Também está sob a coordenação do Einstein o Programa Saúde da Família em 12 Unidades Básicas de Saúde da região do Campo Limpo que, em 2007, ultrapassou a marca de 1 milhão de atendimentos.
Instituto de Ciências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz incentiva seus profissionais à pesquisa
Hoje em dia, o volume de produção e divulgação de informação em revistas científicas é muito grande e acontece em ritmo acelerado. Porém, nem sempre os estudos são metodologicamente plausíveis. A fim de ajudar seus profissionais a discernirem entre informações científicas eficientes e aplicáveis ou não, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz conta agora com a experiência da dra. Andréia Fátima Nascimento, médica epidemiologista com amplo histórico de pesquisas.
O Instituto de Ciências do Hospital atua no sentido de produzir e disseminar conhecimento. Para tanto, acredita ser importante o trabalho de um facilitador da área de pesquisa que possa atuar em parceria com dois públicos diferentes: aqueles profissionais que não estão envolvidos em pesquisa, mas desejam ser leitores críticos de artigos e estudos científicos que recebem freqüentemente e aqueles que já desenvolvem atividade de pesquisa clínica e buscam apoio para aprimoramento.
“Temos dois grandes desafios pela frente”, diz dra. Andréia. Um dos objetivos do Instituto de Ciências com o trabalho de uma epidemiologista é auxiliar os profissionais de diversas áreas de saúde do Hospital, como médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e farmacêuticos, a desenvolverem projetos de pesquisa. “A idéia é prestar auxílio durante todo o processo: planejamento, condução e análise”, explica dra. Andréia.
Além disso, planejar e promover atividades temáticas de pesquisa no Hospital, como simpósios, palestras e cursos, também faz parte do escopo de trabalho da especialista no Instituto de Ciências. Tudo com o objetivo maior de ajudar profissionais das mais diversas áreas a elaborar um estudo metodologicamente consistente, cujas conclusões possam ser aplicáveis.
Dra. Andréia F. Nascimento já iniciou um grande estudo sobre a população internada do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. “Pretendemos traçar as características sociodemográficas, clínicas e de evolução no tratamento dos pacientes internados em 2007. Com esses resultados, poderemos desenvolver ações para melhorar o atendimento e otimizar rotinas”, conclui.
Andréia de Fátima Nascimento possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1993), com mestrado (2000) e doutorado (2003) em Medicina (Medicina Preventiva) pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: mortalidade, raça/cor, psicoses funcionais, esquizofrenia e psicoterapia breve. Já desenvolveu também pesquisas nas áreas de Avaliação de Serviços de Saúde Mental e Epidemiologia Psiquiátrica.
Sobre o Instituto de Ciências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
O Instituto de Ciências do Hospital Alemão Oswaldo Cruz foi lançado em agosto de 2006 com os objetivos de disseminar a expertise do Hospital, acumulada nos seus 110 anos de atuação, e também promover a geração de novos conhecimentos técnico-científicos de altíssima qualidade. Neste sentido o Instituto desenvolve pesquisas científicas e proporciona treinamento de alto nível para diversos profissionais externos da área de saúde, além do aperfeiçoamento interno com a potencialização da qualificação clínica do Hospital por meio da Educação Continuada.
|
|
25/06/2008
|
Por um planeta melhor - Pequenas ações podem ajudar a prevenir os danos que causamos ao meio ambiente.
|
|
|
|
Por um planeta melhor
Pequenas ações podem ajudar a prevenir os danos que causamos ao meio ambiente. No Fleury Medicina e Saúde, algumas iniciativas foram desenvolvidas, e os clientes também podem colaborar com essa causa
Sacolas de tecido no lugar de saquinhos plásticos, reciclagem de materiais, controle da emissão de gases do efeito estufa, uso racional da água, móveis feitos com madeira de reflorestamento. Em tempos de maior consciência sobre o aquecimento global e suas conseqüências para o planeta, a palavra de ordem tanto no mundo empresarial quanto nas ações individuais tem sido a mesma: sustentabilidade. Dentro de casa, o desafio é manter uma vida em equilíbrio com os recursos naturais existentes no planeta. Nas grandes empresas, a meta é conduzir os negócios pensando em alternativas que reduzam os danos à natureza e contribuam para as causas sociais.
De olho nisso, o Fleury desenvolveu ações com foco na preservação do meio ambiente, entre elas, a possibilidade de retirada dos resultados dos exames por internet. E seus clientes também podem colaborar nesse sentido. Através de login e senha individuais, as pessoas têm a possibilidade de acessar os resultados, que podem ser enviados por email para o médico. Esse ato aparentemente simples ajuda a reduzir o consumo de papel. “Cresce a cada ano o número de clientes que não buscam mais o resultado dos exames nas unidades, preferindo acessar pela internet. Além do conforto e da praticidade, eles ainda contribuem com o ecossistema, pois quanto menos papel for usado, menos árvores serão cortadas e menos resíduos serão gerados”, afirma Daniel Périgo, gerente de Sustentabilidade do Fleury.
Antes da página do Fleury na internet, apenas 10% dos clientes acessavam os resultados pela rede mundial de computadores. Agora, em algumas unidades, esse número chega a mais de 90%. Na média geral, estima-se que 70% dos clientes utilizem esse recurso. Todos os exames de análises clínicas, como sangue e urina, podem ser acessados dessa forma. Já os exames de diagnóstico por imagem ainda requerem impressão e alguns a revelação de filmes, para que o médico possa analisar melhor o resultado e observar os detalhes. “Além disso, acessando pelo computador, o cliente gasta menos combustível com transporte e emite menos monóxido de carbono e outras substâncias tóxicas na atmosfera, contribuindo para diminuir a poluição”, salienta Perigo.
Credito : Conteúdo produzido pela TV1 Editorial para a Revista Fleury Saúde em Dia.
Fonte: http://www.fleury.com.br/Clientes/SaudeDia/RevistaSaudeEmDia/pages/11Porumplanetamelhor.aspx
|
|
02/06/2008
|
Campanha do Governo para combate ao fumo
|
|
|
|
31/05/2008
|
Dia 31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco
|
|
|
|
15/05/2008
|
Hospital Samaritano economiza energia e colabora com o meio ambiente
|
|
|
|
HOSPITAL SAMARITANO ECONOMIZA ENERGIA
E COLABORA COM O MEIO AMBIENTE

Com a proximidade do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, a conservação da energia elétrica e a sustentabilidade são temas em debate, em especial nas instituições hospitalares, responsáveis por elevado consumo de energia, devido ao grande número de equipamentos em uso. Um exemplo de bom gerenciamento de energia elétrica, ponto previsto no processo de acreditação hospitalar, é visto no Hospital Samaritano (SP), que tem coordenado diversas iniciativas não só para economizar energia, como também com o objetivo de melhorar a qualidade do consumo.
Os esforços da administração do Hospital Samaritano para assegurar economia de custos são tantos que a instituição realiza ações em conjunto com a Eletropaulo, como por exemplo, a construção de uma nova entrada de energia, com nova tensão de entrada, mais qualidade e adequada forma de gerenciamento energético. A preocupação com a sustentabilidade também está influenciando a construção do novo prédio do hospital. Com característica modular, a obra seguirá o conceito de construção sustentável, adotando técnicas para redução de energia e sistemas de reaproveitamento de água da chuva.
É o superintendente de Logística do Samaritano, Luís Fernando Andrade de Almeida, quem explica os desafios de gerenciar estrategicamente a energia elétrica do complexo e garantir a sua sustentabilidade. Para ele, “A acreditação mostrou a importância desses cuidados, não só do ponto de vista financeiro, mas também em relação aos pacientes e médicos”, ressalta.
CBA: Como o Hospital Samaritano tem gerenciado a melhor utilização da energia elétrica em suas instalações?
Luis Almeida:Como exemplo, podemos citar a construção de uma nova entrada de energia, mais adequada ao gerenciamento. Temos um programa constante de economia de uso de energia elétrica. Para se ter uma idéia, trocamos todas as lâmpadas e geladeiras da Hotelaria por equipamentos mais econômicos, além de mudar outros equipamentos. Utilizamos também uma consultoria estratégica, monitorando o mercado de energia e aconselhando o hospital em suas decisões. O Samaritano controla a conta de energia em detalhes para reduzir o desperdício, com a premissa principal de segurança de 100% aos pacientes, médicos, administradores etc. Contamos ainda com dois grupos de geradores para suportar a utilização da energia, sem prejuízo à rotina do hospital.
CBA: Como foi implementada essa idéia de consumo consciente entre os funcionários e o corpo médico? Os pacientes também podem cooperar com o esforço de consumo consciente de energia elétrica?
Luis Almeida: Temos campanhas constantes com nossos colaboradores para conscientização. Os pacientes, dentro do possível e do contexto médico, participam também. Toda a comunidade do Samaritano é envolvida, ou seja, administradores, enfermeiras e médicos. A motivação é alcançada com um investimento importante, liderado pela nossa área de Comunicação Corporativa, que explica como é possível economizar e o que fazer para isso. São dicas que podem ser usadas também nas casas de nossos colaboradores, por exemplo. Os resultados são bons, tanto que o hospital tem crescido em ocupação, mas sem a contrapartida de aumento de custos elétricos.
CBA: É possível quantificar essa economia? Com o consumo consciente de energia elétrica pode-se aplicar a economia feita em outras áreas vitais?
Luis Almeida: A economia obtida é absorvida nos aumentos de tarifas da Eletropaulo e nas futuras expansões do hospital. Um dos indicadores de energia é o consumo por volume de internações e cirurgias, em que procuramos deixar essa relação favorável ao longo dos anos. Nos últimos três anos, a economia foi da ordem de 3%. É um desafio constante, que fazemos todos os dias.
CBA: Em qual área de um hospital é mais difícil colocar em prática a economia de energia elétrica, pois implicaria em danos ao atendimento?
Luis Almeida: Sem dúvida, é mais difícil nas áreas vitais médicas e no ar-condicionado geral do complexo hospitalar. A prioridade é utilizar o sistema de ar-condicionado como uma barreira de proteção ao paciente, além do conforto térmico e da confiabilidade dos equipamentos médicos. Não é possível fazer economia substancial nesta área. Já nas áreas administrativas e de apoio, temos mais oportunidades de reduzir os gastos. O investimento em renovar o parque instalado dos sistemas de ar-condicionado é uma prioridade do Samaritano.
CBA: Quais os principais ganhos do Samaritano com esse programa de consumo consciente?
Luis Almeida: Menor uso de energia, mais qualidade de energia, economizando em manutenções e equipamentos de apoio, e dando total segurança e confiabilidade para os equipamentos médicos, que estão cada vez mais sensíveis à qualidade da energia elétrica.
CBA: Esse programa de consumo inteligente de energia foi estabelecido antes ou após a acreditação? A acreditação impulsionou de alguma forma o programa?
Luis Almeida: O programa foi estabelecido antes da acreditação, mas ganhou muita força com o processo de acreditação, que nos mostrou a importância desses cuidados, não só do ponto de vista financeiro, mas também para pacientes e médicos, que necessitam de barreiras, conforto térmico, qualidade dos exames diagnósticos e de segurança e confiabilidade de instalações elétricas. Passamos a entender também que todos, inclusive fornecedores parceiros, devem se conscientizar a respeito da importância da energia elétrica para um hospital.
|
|
15/05/2008
|
CBA CRIA PROGRAMA PARA INCENTIVAR CONSCIÊNCIA SÓCIO-AMBIENTAL
|
|
|
|
Despertar nas instituições de saúde que a sustentabilidade dependerá de um profundo comprometimento que possuam com o país, com os seus colaboradores e com o meio ambiente. Este é o objetivo do CBA ao criar a Rede Responsabilidade Social que estimula os hospitais acreditados e em processo de acreditação a terem um efetivo compromisso com o meio ambiente. “Queremos estimular cada vez mais essas ações e atuar em parceria com nossos clientes para que todas as instituições com a Certificação Internacional estejam 100% conforme em suas ações nos quesitos ambientais”, diz Cristiane Henriques, gerente de marketing do CBA. Para ela, assim como uma empresa de qualquer outro setor, as instituições de saúde devem utilizar os seus recursos naturais de forma adequada. “Se os processos envolvidos são sustentáveis para o meio ambiente, é de grande importância a busca de novas tecnologias que possam dar suporte a esta sustentabilidade. Já podemos perceber um grande investimento das instituições de saúde em buscar o que há de melhor no mercado tecnológico”, assegura.
Cristiane conta que já há bons exemplos de sustentabilidade no Brasil, como o realizado pelo Hospital Samaritano (SP), que se preocupou com todos os detalhes em respeito ao meio ambiente no projeto de seu novo prédio hospitalar como, o controle de emissão de CO2; Plano de destino de resíduos e utilização de recursos sustentáveis; Termo de compromisso ambiental; Piso da calçada favorecerá a drenagem de água da chuva; utilização e tratamento de água da chuva. Ela aponta ainda como bom exemplo o projeto de construção das novas instalações do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Premiado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), o projeto arquitetônico prevê cuidados especiais com o meio ambiente e com a qualidade de vida da população ao utilizar na obra somente madeiras certificadas e tintas e esmaltes com baixa emissão de gás. A representante do CBA entende que da mesma forma que projetos arquitetônicos priorizam condições adequadas ao paciente, deveriam atentar para a preservação do meio ambiente e o uso de recursos naturais, utilizando materiais certificados que garantam a assepsia, a resistência ao alto tráfego, a redução de consumos de energia e água, entre outros. “Ressalto ainda a importância da participação de arquitetos e engenheiros na elaboração e implementação de suas ações junto ao Plano Diretor do Hospital”, salienta a idealizadora do programa do CBA. Para Cristiane, iniciativas como estas servem de modelos para as novas instituições de saúde a serem construídas e para aquelas que estão se adequando para atender aos padrões de qualidade. “Disponibilizamos espaço em nosso site para que nossos parceiros possam apresentar seus projetos e ações para que outras instituições sintam-se estimuladas a participar mais desta troca. É importante compartilhar a experiência que deu certo, uma nova tecnologia para solucionar problemas ambientais etc.”, diz. Empolgada, Cristiane revela ainda que estão previstas palestras gratuitas para a comunidade, profissionais e estudantes de saúde abordando temas como lixo hospitalar, energia, reciclagem e água.
|
|
15/05/2008
|
CBA É PARCEIRO DO HOSPITAL SAMARITANO
EM PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
|
|
|
|
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) foi convidado pelo Hospital Samaritano (SP) a se tornar parceiro de um projeto para capacitação de funcionários das unidades assistenciais da Fiocruz, entre elas, os Institutos Fernandes Figueira e Evandro Chagas e o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria. Trata-se de uma iniciativa na área de responsabilidade social, com base no decreto (Lei Nº 5.895, de 18/09/2006), que prevê o apoio privado ao desenvolvimento institucional do Sistema Único de Saúde. As atividades do programa, subdividido em subprojetos, estão previstas para um período de um ano e o Samaritano destinará R$ 750 mil para o desenvolvimento da iniciativa.
Nos estudos de avaliação e incorporação de tecnologias, serão realizadas etapas do programa de Acreditação Internacional, com a consultoria do CBA, representante exclusiva da Joint Commisssion International (JCI) no Brasil. Faz parte do programa também a capacitação de recursos humanos, como explica a superintendente do CBA, a médica Maria Manuela Alves dos Santos. “Vamos participar do projeto dando cursos de gestão nos moldes que fazemos em nossa instituição. A colaboração do CBA no programa será no sentido da Acreditação, que é nossa expertise, e na área de qualidade”, afirma Maria Manuela, destacando a importância institucional da participação da entidade em programas desse tipo.
|
|
06/03/2008
|
CBA e Consorcio Social da Juventude Guanabara - capacitação de 4.500 jovens, entre 16 e 24 anos, em diversas áreas profissionalizantes
|
|
|
CONSÓRCIO SOCIAL DA JUVENTUDE GUANABARA
A Fundação Oscar Rudge celebrou com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Convênio nº. 065/2007, para a
capacitação de 4.500 jovens, entre 16 e 24 anos, em diversas áreas profissionalizantes.
O CBA – Consórcio Brasileiro de Acreditação, habilitou-se em licitação pública à Entidade Executora para
capacitação e inserção no mercado de trabalho de 1.100 jovens, na região do Centro da cidade do Rio de Janeiro
Este projeto pretende beneficiar 1.100 jovens na faixa etária de 16 a 24 anos, renda per capita de até ½ salário mínimo,
afro-descendente, indígenas, portadores de deficiências, em conflito com a lei ou egressos do sistema penal, mulheres e
em situação de desemprego matriculados e freqüentando estabelecimento de ensino fundamental ou médio, podendo beneficiar
até 30% de jovens com ensino médio concluído, o Projeto contempla também uma bolsa mensal no valor de R$ 100,00 (cem reais),
e o fornecimento diário de um lanche.
Projeto se propõe a estimular uma ação integrada e compartilhada entre a sociedade civil, empresas e governos, na cidade
do Rio de Janeiro e Região Metropolitana do Estado do Rio e Janeiro, na região do centro da cidade do Rio de Janeiro,
região populosa e carente.
O Projeto envolverá parcerias com Associações e Sindicatos das Áreas contempladas , como também Instituições Publicas e
Privadas na área de saúde, turismo e hospitalidade e Alimentação, bem como embelezamento pessoal. As parcerias já estão
formalizadas e sua principal função será a inserção do jovem no mercado de trabalho.
O Projeto tem como objetivo geral promover a inclusão social de 1.100 jovens através da qualificação social, profissional
e da inserção no mercado de trabalho.
Inserir no mercado de trabalho, formal ou informal, no mínimo 330 jovens através das modalidades de inserção: Subvenção
Econômica, Menor Aprendiz, Estágio, Lei de Pessoas Portadoras de Deficiências, Empreendedorismo, Economia Solidária e demais
oportunidades.
Engajar 1.100 jovens no serviço civil voluntário através de ações comunitárias, culturais e esportivas: campanhas de
conscientização, mutirões de solidariedade, projetos sociais inovadores e eventos locais.
Qualificar ou aperfeiçoar profissionalmente 1.100 jovens dotando-os de competências, habilidades e conhecimentos para
atuarem nos setores do serviço de saúde, nas áreas do turismo e novos mercados.
Consolidar o PIT (Programa de Integração ao Trabalho) como agência de fomento do trabalho jovem, potencializando parcerias
e ações integradas com outras políticas publicas de inclusão social da juventude: pontos de cultura, fome zero, inclusão digital,
etc.
Aprimorar o protagonismo juvenil, estimulando a participação pro ativa dos 1.100 jovens através da ouvidoria jovem, conselho
juvenil, fórum juventude e trabalho e outras ações em parcerias com executoras e entidades da sociedade civil.
Mesmo diante de tantas transformações na vida do ser humano, os sistemas tradicionais de ensino continuam estruturados como se a
mesma pedagogia utilizada para as crianças devesse se aplicada aos jovens e adultos. O Jovem e o adulto desenvolvem uma habilidade
mais intelectual, quer experimentar, quer vivenciar e, além disso, são bombardeados todos os dias por novos conhecimentos através
de meios de comunicação. Algumas estratégias serão adotadas para ampliar a aprendizagem dos jovens e favorecer uma qualificação
adequada às exigências do mercado de trabalho:
- Visitas Guiadas;
- Vivências de curta duração;
- Plano de Orientação Profissional com os seguintes pressupostos:
- Tirando proveito da Experiência Acumulada pelos Alunos;
- Propondo Problemas, Novos Conhecimentos e Situações sincronizadas com a Vida Real.
- Justificando a necessidade e utilidade de cada conhecimento;
- Envolvendo Alunos no Planejamento e na Responsabilidade pelo Aprendizado;
- Estimulando e utilizando a Motivação Interna para o Aprendizado;
- Facilitando o Acesso, os Meios, o Tempo e a Oportunidade
CURSOS NA ÁREA DE SAÚDE
O TRABALHO NA ÁREA DA SAÚDE – ENSINO FUNDAMENTAL
AUXILIAR DE ADMINISTRAÇÃO EM HOSPITAIS E CLINICAS – ENSINO MÉDIO
RECEPCIONISTA DE HOSPITAIS E CLINICAS – ENSINO MÉDIO
FATURAMENTO NA ÁREA DA SAÚDE – ENSINO MÉDIO
CAPACITAÇÃO DE CUIDADORES DE IDOSOS – ENSINO MÉDIO
CURSOS NA ÁREA DE INFORMATICA
MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES + TOPOLOGIA DE REDE CABEADA PARA AUXILIAR DE SAÚDE – ENSINO MÉDIO
CURSOS NA ÁREA DE TURISMO E HOSPITALIDADE:
RECEPCIONISTA DE HOTEL – ENSINO MÉDIO.
MENSAGEIRO – ENSINO FUNDAMENTAL
CAMAREIRA – ENSINO MÉDIO
CUMIN – ENSINO FUNDAMENTAL
CURSOS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO
LANCHEIRO – ENSINO FUNDAMENTAL
ATENDENTE – ENSINO FUNDAMENTAL
AUXILIAR DE COZINHA – ENSINO MÉDIO
GARDE MANGER – ENSINO MÉDIO
CUMIM – ENSINO FUNDAMENTAL
CURSOS NA ÁREA DE EMBELEZAMENTO PESSOAL
AUXILIAR DE CABELEIREIRO
ESCOVISTA
MANICURE
DEPILAÇÃO
O inicio dos cursos está previsto para o dia 16 de maio próximo. Assim, solicitamos a maior presteza na devolução das inscrições.
Manteremos também, 02 (dois) postos fixos para as inscrições, localizados na:
Policlínica Geral do Rio de Janeiro
Av. Nilo Peçanha, 38 – Térreo – Centro – Rio de Janeiro
Ciseg e a Amalapa,
Travessa do Mosqueira nº. 09 Lapa ( dentro da quadra da Lapa ) ponto de referência ao lado do forró Asa Branca
Telefone (21) 2224-6991
Baixe aqui a ficha de Inscrição
Outras informações serão obtidas através dos telefones :
(21) 2223 0761 (Núcleo Executor Centro – CBA) ou
(21) 2220 7222 (CSJ Guanabara).
www.cbacred.org.br
|
|
06/03/2008
|
Hospital Moinhos de Vento e Zaffari renovam adoção do Parcão
|
|
|
Desde 2004, através de um termo de cooperação com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Hospital
Moinhos de Vento, com o apoio da Cia. Zaffari, vem renovando o seu compromisso com a comunidade
porto-alegrense através de ações de promoção da saúde no Parque Moinhos de Vento, popularmente
chamado de Parcão. As atividades desenvolvidas ao longo do ano beneficiam milhares de pessoas que
usufruem do Projeto Saúde no Parque. No Quiosque Boulevard, que é um espaço criado para a realização
das atividades, uma variada programação é colocada em prática, como orientação à caminhada, aulas de
ginástica, dança, ioga, além de eventos de final de semana visando o combate ao sedentarismo, verificação
de pressão arterial e comemorações, como o Dia Mundial da Saúde e o Dia Internacional da Mulher.
Fonte: HMV.org.br
|
|
06/03/2008
|
Hospital do Coração conquista certificado prata de Ambiente Livre do Tabaco
|
|
|
O HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, acaba de conquistar o certificado prata de Ambiente Livre
do Tabaco outogardo pelo Comitê Estadual para Promoção de Ambientes Livres do Tabaco (CEPALT), órgão
sediado na Secretaria da Saúde e Governo do Estado de São Paulo. O certificado possui três categorias:
bronze (mobilização para que o ambiente fique livre da fumaça do cigarro), prata (quando há ambiente
livre do tabaco, tratamento de fumantes e fumódromo) e ouro (não há fumódromo no local).
Durante a solenidade, hospitais de São Paulo, empresas do ramo de comunicação e informática, além de dois
restaurantes da capital receberam do Secretário Estadual da Saúde, dr. Luiz Roberto Barradas, o certificado
de qualidade para ambiente livre do tabaco. Segundo Silvia Cury Ismael, responsável pelo Serviço de Psicologia
do HCor e pelo programa de controle do tabagismo no hospital, a conquista se deve a um trabalho de mobilização
e incentivo da direção do hospital e do apoio dos recursos humanos e marketing.
“Há 15 anos atendemos não só funcionários e pacientes internados como também o público externo que procura
o programa de cessação do cigarro. São realizadas palestras educativas e de sensibilização em escolas,
empresas e órgãos públicos além de marcarmos anualmente presença em campanhas pontuais como o Dia Nacional
de Combate ao Fumo e Dia Mundial sem Tabaco”, explica Silvia Cury Ismael.
Segundo a chefe do Serviço de Psicologia do HCor e responsável pelo programa, o HCor já é uma referência no
tratamento de fumantes. “Com esta conquista fortalecemos um dos principais padrões de qualidade internacional
da Joint Commission International (JCI). O HCor por ser pioneiro e referência no tratamento de doenças
cardiovasculares atua fortemente no tratamento a depedência do cigarro. Considerado uma droga, ele provoca
graves transtornos à saúde e se relaciona a mais de 50 tipos de doenças, como câncer de pulmão, de boca e de
faringe, cardiopatias e até impotência sexual”, finaliza Silvia Cury Ismael.
Sobre o programa de controle do tabagismo do HCor: formado por grupos de seis a 10 pessoas que se reúnem uma
vez por semana, durante dois meses, o programa tem obtido êxitos inéditos. Logo após o tratamento, por exemplo,
cerca de 80% dos pacientes permanecem em abstinência. Após um ano, 60% deles resiste ao cigarro, diminuindo
consideravelmente os riscos de doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer de diversos tipos, diabetes, entre outros males.
Fonte: www.hcor.com.br
|
|
04/03/2008
|
HEMORIO promove a feira Mulher + Solidária esperando ampliar doações femininas.
|
|
|
O HEMORIO (Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti), da Secretaria de Estado de Saúde
- estará promovendo, nos dias 30 e 31 de maio, das 9h às 15h30, a campanha Mulher + Solidária. Na sua quarta
edição, a Feira de Ação Social e Doação de Sangue traz como padrinhos os atores Danton Melo e Mariana Ximenes
e espera alcançar o objetivo de conscientizar a população feminina sobre a importância da doação de sangue
como um ato solidário e consciente, aumentando o número de doadoras voluntárias no Estado do Rio de Janeiro.
Na ação, serão realizadas gratuitamente oficinas e palestras com temas do universo feminino.
De acordo com números do IBGE, a população do Rio de Janeiro é predominantemente feminina, mas a porcentagem de
mulheres que comparecem ao HEMORIO para doar sangue ainda é muito pequena. Dos voluntários que comparecem
diariamente, somente 31% são do sexo feminino.
Segundo a diretora geral do HEMORIO, Clarisse Lobo, a campanha quer levar a mulher à sua consciência cidadã e a
percepção de seu papel na sociedade, ampliando, através de uma ação educativa, o seu compromisso social.
- A mulher representa um papel fundamental na sociedade. Como educadora dos filhos, forma futuros cidadãos e é uma
multiplicadora em potencial, representando uma valorosa contribuição na formação de opiniões – concluiu Clarisse Lobo.
A prática diária de projetos educativos mostra que a falta de informação é um dos fatores agravantes que perpetuam
esse quadro. Inverdades ainda estão presentes, o que estimula ainda mais uma ação de reversão da imagem e prática
junto ao público.
O HEMORIO é o Hemocentro Coordenador do Rio de Janeiro, abastecendo com sangue cerca de 200 unidades de Saúde, entre
elas, as grandes emergências, como as dos hospitais Souza Aguiar, Miguel Couto e Getúlio Vargas, além de maternidades
e UTI´s neo-natais.
Referência em hematologia e hemoterapia, o HEMORIO presta apoio a vários hospitais públicos (municipais, estaduais e federais)
e conveniados ao Sistema Único de Saúde, dispondo de atendimento ambulatorial e uma unidade de internação com mais de
10.000 pacientes matriculados.
Apesar de ter capacidade para receber 600 doadores de sangue por dia, o que cobriria a demanda transfusional estadual,
o número de voluntários que comparecem, é de aproximadamente, 350 pessoas.
Para doar sangue é necessário apresentar um documento oficial de identidade com foto, ter entre 18 e 65 anos, pesar
mais de 50 quilos e estar bem de saúde. Não é necessário estar em jejum. O voluntário deve somente evitar alimentos
gordurosos nas três horas que antecedem a doação.
O HEMORIO fica localizado na Rua Frei Caneca, 08 – Centro e funciona todos os dias, das 7 às 18 horas, incluindo sábados,
domingos e feriados. Mais informações podem ser obtidas através do Disque Sangue no telefone 0800 282 0708.
Serviços oferecidos:
• Shiatsu;
• Corte de Cabelo;
• Massoterapia;
• Massagem anti-stress;
• Medição de pressão arterial;
• Cálculo de massa corporal
Fonte: http://www.hemorio.rj.gov.br/
|
|
|